Pioneira do MMA no Brasil, curitibana celebra o crescimento do espaço destinado às lutadoras na organização, que em outros tempos não abria as portas do octógono para o sexo feminino

A expansão do MMA feminino terá um de seus capítulos mais importantes no dia 29 de dezembro, no UFC 232, em Las Vegas, nos Estados Unidos, quando Cris Cyborg, campeã do peso-pena, defenderá o posto contra Amanda Nunes, dona do título dos galos, na co-luta principal.

Pioneira do MMA e invicta desde novembro de 2005, quando faturou sua primeira vitória no esporte, Cyborg afirma que o duelo com a “Leoa” será especial e torce para que o Ultimate, no futuro, escale uma edição apenas com lutadoras.

– Fico feliz (pelo sucesso das mulheres no esporte). Quando eu comecei não havia muitas mulheres lutando. Sempre acreditei no esporte feminino, sempre tentei lutar no melhor que pude para mostrar que as mulheres podem lutar, tecnicamente, assim como os homens. Fico feliz de ter duas meninas representando o Brasil, cada uma campeã na sua categoria. Vai ser especial. Quem sabe um dia o UFC não faça um evento só com mulheres no card… Ia ser muito bacana – declarou em entrevista exclusiva ao Combate.com.

Para luta contra Amanda Nunes, Cris Cyborg escalou Valentina Shevchenko em seu camp. A “Leoa” minimizou a presença de “Bullet”, porém, a curitibana acredita que será bom tê-la a seu favor.

– A Valentina eu conheço porque sempre vou para a Tailândia. Ela treina na Tiger Muay Thai, eu treino na Phuket Top Team lá. Ela foi a menina que mais lutou com a Amanda. Ela fez oito rounds com a Amanda. Acho que Amanda ganhou uns cinco, mas para ganhar da campeã tem que fazer mais, não adianta só se movimentar, correr. Ela ficou mais tempo com a Amanda, tem coisa para falar, foi bom o treino com ela e estamos nos encontrando. A Valentina sabe o jogo que a Amanda faz, o que a Amanda fez com ela. A Valentina é canhota, um jogo totalmente diferente do meu, mas é uma pessoa rápida, boa no muay thai e tem muita experiência.

– Fico feliz (pelo sucesso das mulheres no esporte). Quando eu comecei não havia muitas mulheres lutando. Sempre acreditei no esporte feminino, sempre tentei lutar no melhor que pude para mostrar que as mulheres podem lutar, tecnicamente, assim como os homens. Fico feliz de ter duas meninas representando o Brasil, cada uma campeã na sua categoria. Vai ser especial. Quem sabe um dia o UFC não faça um evento só com mulheres no card… Ia ser muito bacana – declarou em entrevista exclusiva ao Combate.com.

Para luta contra Amanda Nunes, Cris Cyborg escalou Valentina Shevchenko em seu camp. A “Leoa” minimizou a presença de “Bullet”, porém, a curitibana acredita que será bom tê-la a seu favor.

– A Valentina eu conheço porque sempre vou para a Tailândia. Ela treina na Tiger Muay Thai, eu treino na Phuket Top Team lá. Ela foi a menina que mais lutou com a Amanda. Ela fez oito rounds com a Amanda. Acho que Amanda ganhou uns cinco, mas para ganhar da campeã tem que fazer mais, não adianta só se movimentar, correr. Ela ficou mais tempo com a Amanda, tem coisa para falar, foi bom o treino com ela e estamos nos encontrando. A Valentina sabe o jogo que a Amanda faz, o que a Amanda fez com ela. A Valentina é canhota, um jogo totalmente diferente do meu, mas é uma pessoa rápida, boa no muay thai e tem muita experiência. As informações são do GloboEsporte.

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