Uma das bandeiras levantadas na campanha da atual gestão da Prefeitura de Campo Grande foi à causa animal, no entanto essa proposta de campanha foi esquecida. Na edição desta terça-feira (8) do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) foi publicado o veto de quatro emendas do vereador Veterinário Francisco Gonçalves de Carvalho (PSB) em prol da causa animal na ordem de R$ 1,6 milhão que seria usado com castração de gatos e cães, microchipagem e para a UPA-Veterinária. “Não adianta falar que é em prol da causa animal que defende os pets, mas veta emendas que vão ajudar os animais. Isso seria um avanço para as Ongs, protetores e amantes dos animais. Estou decepcionado com esses vetos das emendas no valor de R$1,6 milhão”, explica Veterinário Francisco.

No dia 20 de dezembro, a Câmara de Vereadores aprovou as emendas que iriam ajudar muito não só a causa animal, mas também a saúde pública, pois ajudaria a implantar a UPA- VET, além da ampliação dos programas de castração de cães e gatos e microchipagem ajudaria significativamente o controle populacional de cães e gatos, além do atendimento de urgência e emergência de cães e gatos que sofrem maus tratos.

Para a implantação da UPA-VET(Unidade de Pronto Atendimento Veterinário), foi aprovado a emenda na ordem de R$ 1 milhão que também foi vetada pela Prefeitura. Esse recurso seria destinado ao atendimento público eficaz aos pequenos animais, especialmente aqueles em que seus proprietários não possuem condições financeiras para arcarem com os custos das clinicas veterinárias particulares. Conseqüência disso é a promoção de políticas do Bem- Estar Animal. Essa emenda foi em conjunto com o vereador Eduardo Romero (REDE).

A outra emenda aprovada foi à implantação de programa de castração caninas em bairro de vulnerabilidade social e o valor é de R$ 200 mil que também foi vetada pelo Poder Público. Essa emenda teria a pretensão do controle dos cães. A reprodução inconseqüente desses animais agrava o problema do abandono e os maus tratos. Uma solução viável para amenizar o problema é a castração realizada com base em critérios de responsabilidade e da medicina veterinária. Além dessas duas emendas foram ainda aprovadas uma com recursos na ordem de R$200 mil para aumentar em 10% anual o número de cães e gatos microchipados.  Essa medida ajudaria no controle e fiscalização da posse irresponsável facilitando o Poder Público na tomada de medidas sancionatórias.

A última emenda aprovada foi também na ordem de R$ 200 mil para ampliar a castração de felinos para 20% da população estimada para a espécie que é 7.200/ano, no entanto está também foi vetada pelo Poder Executivo.

Para 2019, o valor da despesa para o município foi estimado em R$ 4.008.320,000,00 (quatro bilhões, oito milhões, trezentos e vinte mil reais), que representa crescimento de 8,26% em relação ao ano.

Eduardo Penedo

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