A Santa Casa de Campo Grande iniciou o ano realizando quatro transplantes de rim em janeiro, número considerado recorde quando comparado com o mesmo mês de anos anteriores. Em 2019 o hospital já realizou cinco transplantes renais, sendo quatro no mês passado e um em fevereiro, todos de doadores falecidos.

Os transplantes renais voltaram a ser realizados na Santa Casa desde 2016 e na oportunidade foram feitos dois procedimentos, um em fevereiro e outro em novembro. Em 2017 foram realizados 17 transplantes, apenas um no mês de janeiro. Em 2018 também foram 17 procedimentos e, em janeiro, foram realizados três transplantes. Já em 2019 janeiro bateu o número de quatro transplantes renais.

A responsável pelos transplantes, a médica nefrologista, Dra. Rafaella Campanholo Grandinete, agradeceu o ato das famílias em doarem os órgãos dos seus entes queridos e falou da expectativa para o ano de 2019. “Se essas famílias não tivessem tido o nobre ato de doar, os transplantes não estariam acontecendo e os pacientes que receberam o rim não teriam a oportunidade de voltar a viver com qualidade. A nossa expectativa é subir cada vez mais o número de transplantes realizados pelo hospital e só vamos conseguir isso se as pessoas se conscientizarem cada vez mais da importância da doação de órgãos”.

Em janeiro foram constatadas pela OPO (Organização de Procura de Órgãos) da Santa Casa 11 mortes encefálicas, destas quatro tiveram recusa médica, três tiveram recusa familiar e quatro famílias autorizaram a doação de órgãos. Ao todo foram captados oito rins e três fígados. Em 2018 a OPO encerrou o ano com 41 captações de órgãos. Foram captados 59 rins, 23 fígados, um pulmão, três pâncreas e sete corações. Durante todo o ano foram constatadas 123 mortes encefálicas, destas 48 tiveram recusa médica e 35 tiveram recusa familiar. Com informações da Assessoria de Imprensa da Santa Casa.

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