Medidas firmes transformaram administração da ALMS

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No dia 1 de fevereiro de 2015, os deputados estaduais Junior Mochi (MDB) e Zé Teixeira (DEM) assumiram a presidência e a 1ª secretaria da Assembleia Legislativa, respectivamente. Em um período de crise financeira e recessão profunda, os desafios eram imensos. Decisões difíceis foram tomadas e o momento exigiu economia e responsabilidade. A Casa de Leis teve de passar por uma reforma administrativa, que incluiu exonerações, extinção de cargos e racionalização de custos.

Passamos a produzir mais e melhor, com menos recursos e custos menores. Conseguimos ajudar nas finanças do Estado, quando economizamos mais de R$ 100 milhões referentes ao duodécimo. Com este recurso, o governo investiu em saúde, educação e segurança pública. Tivemos coragem e a resposta foi positiva, uma vez que nosso Estado começa a apresentar melhoras na sua saúde econômica”, afirmou Zé Teixeira. Para o 1º secretário, a crise também apresenta oportunidades, como, por exemplo, a continuidade do Programa de Aposentadoria Incentivada (PAI) e a reforma da estrutura física da Assembleia, para oferecer melhor atendimento ao cidadão. “Com a otimização dos recursos, foi possível reformar o prédio, promovendo a acessibilidade. Modernizamos as redes lógica e elétrica, readequamos os setores e instalamos o ponto eletrônico. Além disso, melhoramos a acústica e iluminação do plenário”, acrescentou.

A gestão de estoques também fez parte das diretrizes estratégicas da Mesa Diretora. A adoção de um sistema integrado administrativo permitiu um rigoroso controle de estoque e de materiais de expedientes. Os resultados garantiram que as demandas fossem atendidas sem excessos ou prejuízos. Como parte dos projetos voltados para a transparência, também foi implantado o sistema de gestão automatizada dos trabalhos legislativos, com a instalação do painel eletrônico nos Plenários e terminais biométricos de votação e presença. “Foram passos importantes na adequação das estruturas do Poder Legislativo de Mato Grosso do Sul, visando aprimorar o planejamento e, principalmente, proporcionar ao cidadão um acesso ainda mais amplo ao trabalho desenvolvido por seu representante”.

Coube a Mesa Diretora efetivar uma série de ações administrativas para realizar o concurso público, o primeiro da história da Assembleia Legislativa, com o oferecimento de 80 vagas para diversos cargos. Foram publicadas seis chamadas, sendo 108 aprovados nomeados. Houve o total de 28 desistências. Todo o processo de realização do Concurso Público de Provas e Títulos para o Provimento de Cargos realizado pela Casa de Leis no ano de 2016 foi acompanhado pelo Ministério Público do Estado e pela Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS).

Assumimos a administração em um cenário desfavorável e que nos exigiu medidas firmes. Foi à união de esforços e a vontade de fazer a gestão pública funcionar de maneira transparente e eficiente, que possibilitaram o que é visto hoje por toda sociedade sul-mato-grossense. Uma Assembleia séria, acessível e comprometida com a coisa pública”, concluiu o 1º secretário.

Gustavo Nunes

 

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