O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul (CRMV-MS), Rodrigo Piva esteve reunido com o secretário especial de Relações Institucionais e Assuntos Estratégicos do Governo de Mato Grosso do Sul no Distrito Federal o ex-senador Pedro Chaves. O encontro aconteceu na segunda-feira (22) em pauta a Proibição do Ensino a Distância (EaD) para o Curso de Medicina Veterinária.

Entre os argumentos do CRMV-MS é que não é possível garantir formação de qualidade com aulas online e que as atividades práticas são essenciais.

Diante ao impasse que se instaurou entre os CRMV’s e Instituições de Ensino a Distância, todos os conselhos juntamente com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) tem buscado apoio junto a parlamentares para mobilização política junto ao Ministério da Educação (MEC) no intuito de barrar a decisão de manter esses cursos a distancia em andamento.

Aqui em MS, o Conselho Regional de Medicina Veterinária já esteve reunido com o deputado federal Fábio Trad (PSD), que é membro titular da (CCJC) Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados para levar uma minuta com todas as diretrizes em defesa da formação de médicos veterinários seja apenas na modalidade presencial.

Agora a busca de apoio é junto ao ex-senador, Pedro Chaves, justamente pela sua biografia junto à Educação de Qualidade implantada enquanto esteve à frente da UNIDERP e a MACE.

Folha de São Paulo divulga dados alarmantes – Segundo dados apresentados pela Folha de São Paulo em abril de 2019, o número de vagas de cursos presenciais se equivalem aos de EaD. São 47.850 vagas de EaD em 13 cursos (dos quais três estão em funcionamento), contra 52.940 em 374 graduações presenciais.

Na luta, contra esse numero absurdo de vagas, com o intuito de barrar e prevenir gastos com cursos EaD, CFMV aprovou no final de fevereiro deste ano, foi aprovada a Resolução nº 1.256 que proíbe a inscrição de egressos de cursos de Medicina Veterinária realizados na modalidade de ensino a distância.

Sem a inscrição no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), quem tiver concluído o curso a distância fica impedido de exercer a profissão de médico-veterinário em todo o país. E os profissionais que ministrarem disciplinas ou estiverem envolvidos na gestão dos cursos à distância estão sujeitos à responsabilização ético-disciplinar.

“Vamos continuar buscando apoio de políticos que entendam a importância do ensino presencial para o curso de medicina veterinária”, pontuou o presidente do CRMV-MS, Rodrigo Piva.

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