Entidade convida a população a manifestar seu apoio nas ruas; Empresários vão carregar as bandeiras do movimento #JuntosFaremos que defende a Gestão Pública Eficaz, Menos Impostos, Fim da Corrupção, Mais Segurança, Fim da Impunidade e a Nova Política

 

A mobilização em defesa das Reformas, mudanças necessárias à retomada do crescimento do País, que acontece neste domingo (26), contará com forte participação dos empresários da Capital. Na data, a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) irá às ruas para manifestar sua insatisfação com a atuação de setores do Congresso Nacional, que travam a aprovação das Reformas. A concentração será a partir das 15h, na Avenida Afonso Pena, esquina com a Rua Paraíba, em frente a Casa Colonial.

“Somos a favor da governabilidade dentro dos parâmetros democráticos e republicanos, da Reforma da Previdência, do Pacote Anticrime, da Reforma Administrativa, da Reforma Tributária e Política. A política e os políticos precisam mudar! Defendemos uma Nova Política e precisamos de uma democracia engajada com a cidadania, e que respeite e valorize a ética para o trato da coisa pública. É necessário e urgente que os agentes públicos eleitos pelo voto democrático representem de fato o cidadão e que suas escolhas sejam baseadas nos anseios de seus representados”, explica o presidente da Associação Comercial, João Carlos Polidoro.

A luta da entidade por melhorias na administração pública é antiga e, em 2013, a Associação Comercial lançou o movimento #JuntosFaremos, que é composto por seis bandeiras criadas para cobrar o setor público pelo Fim da Corrupção, por Menos Impostos, por uma Gestão Pública Eficaz, por Mais Segurança, pelo Fim da Impunidade e a para a criação de uma Nova Política. “Defendemos, por exemplo, que o Projeto de Lei Anticrime seja aprovado com urgência, para frear a prática da corrupção e da violência que assola o País de Norte a Sul”, cita Polidoro.

Ele detalha que a luta por menos impostos e uma gestão pública eficaz se faz necessária, porque a carga tributária tem dificultado o desenvolvimento dos negócios no Brasil prejudicando a geração de empregos e os investimentos. “O custo do Estado em todas as esferas, municipal, estadual e federal tem ultrapassado o minimamente aceitável para um país que vive um eterno desenvolvimento e não passa desta fase. Observamos constantemente exemplos de municípios e estados falidos, que empregam mal o dinheiro público e em projetos que visam mais a perpetuação de políticos e seus grupos no poder, do que atender as reais demandas da população. Isso não pode mais acontecer e só a população pode mudar essa realidade por meio da conscientização e mobilização”, enfatiza.

O presidente da Associação Comercial lembra, também, que o cidadão já não consegue mais pagar tantos impostos para manter a máquina pública funcionando, o que torna tão necessárias as aprovações das Reformas Administrativa, Tributária e da Previdência. “Isso é preciso para que os investidores sintam a segurança de que vão entrar em uma economia promissora, que trará resultados econômicos e sociais para todos, gerando emprego e consequentemente renda para a população”, finaliza.

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