Parlamentares do PSL se reuniram, na manhã desta sexta-feira (18/10), para movimentar mais uma peça do complexo xadrez que se tornou a disputa interna do partido. Os presentes elegeram uma chapa com poder, dentre outras coisas, para destruir a família Bolsonaro diretórios do partido do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Os parlamentares também votaram pela suspensão dos deputados Carla Zambelli (SP), Bibo Nunes (RS), Alê Silva (MG), Filipe Barros (PR) e Carlos Jordy (RJ). O grupo ainda será notificado, mas, com a suspensão, perdem o direito, por exemplo, de tentar emplacar as listas usadas no fim desta semana na tentativa de retirar o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, do cargo.
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Também ficam impedidos de participar de comissões ou de assinar qualquer outra lista ou documento em nome da legenda. Zambelli ficou sabendo da suspensão ao deixar o prédio e ouvir o borborinho da imprensa, no momento em que delegado Waldir entrava no carro. Mas não se tratou de uma comunicação oficial.
Exceto pela pesselista de São Paulo, o grupo que votou a criação da chapa foi composto dos deputados e senadores fiéis à legenda e ao presidente do grupo, Luciano Bivar. O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP) garantiu, no entanto, que houve publicação prévia da reunião e todos tem o dever de acompanhar e tomar conhecimento.
“Isso não é uma balada. A gente convida é para a balada” afirmou o senador. Segundo os presentes aventaram, até mesmo o presidente da República poderia comparecer se quisesse. com informações do Correio Braziliense.

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