Foto: Diogo Gonçalves

Feito em ACM, um material acrílico de alta durabilidade, e composto de chapas de alumínio, o novo relógio da 14 de Julho, que  começou a ser instalado na tarde da útima sexta-feira (8) mostrará muito mais que horas. O aparelho informará a temperatura e campanhas educativas. A primeira será a do Novembro Azul.

IMG_9992Um pedido da população para a gestão municipal, o equipamento integrara o Monumento que já foi instalado durante as obras de requalificação da Rua 14 de Julho, no Reviva Campo Grande, em julho deste ano.

Projetada com perfis metálicos que reproduzem todos os detalhes do relógio original, a escultura é totalmente vazada, visualmente leve, mas ao mesmo tempo forte em seu simbolismo.

Dona Edna Moraes, que passava pela via nesta sexta-feira (8), aprovou. “O relógio está maravilhoso, algo assim fora de serie. Vai ficar outra coisa”, disse.

Durante as escavações, foi encontrada a fundação do relógio original que foi utilizada para a sustentação desta nova estrutura, criando um vínculo definitivo com o passado e com a história da cidade.

A instalação da escultura metálica lembrando o antigo relógio, exatamente no ponto em que ele foi construído inicialmente, representa o resgate de parte importante da história do Centro Antigo de Campo Grande.

O projeto do novo relógio da 14 é dos arquitetos César da Silva Fernandes e Inácio Salvador, responsáveis pela remodelação da Rua 14 de Julho.

História

O relógio original da Rua 14 de Julho foi instalado em 1933, no cruzamento com a Avenida Afonso Pena, e se transformou em um símbolo do progresso e do processo de urbanização que Campo Grande vivenciava. O antigo relógio foi testemunho por quase três décadas de muitos carnavais, comícios políticos, footings, shows e namoros. A vida cultural da Cidade Morena circulava em torno dele.

No dia 07 de agosto de 1970, o relógio foi demolido. A reconstrução do monumento foi realizada por iniciativa do Rotary Club de Campo Grande e, no ano 2000, foi inaugurada uma réplica no cruzamento das Avenidas Afonso Pena e Calógeras.

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