A execução do estudante brasileiro Alex Ziole Areco Aquino (14), chocou a fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai

 

Mesmo acostumada com a violência produzida pela guerra entre traficantes que disputam à bala o controle do crime organizado, a execução do estudante teria sido filmada pelos integrantes de uma facção criminosa que atua na região. A crueldade acaba sendo uma forma de intimidação aos rivais.

O chamado tribunal do crime paralelo deve ter executado por conta própria inúmeras vítimas.  Investigadores acreditam na existência de um cemitério clandestino na região de fronteira.

A polícia acredita que o grupo seja responsável por outros crimes como o desaparecimento do vendedor de joias Roney Fernandes Romeiro (35), raptado na manha do dia 18 de agosto quando transitava pela Avenida Presidente Vargas a bordo de um veiculo da marca VW-Gol.

A  relato de que os indivíduos estavam em uma caminhonete da marca Toyota, modelo Hilux, sem placas e com fuzis em mãos, desceram e raptaram o vendedor de joias na cidade de Ponta Porã, de onde fugiram em direção a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero

Solidariedade

Em grupos do aplicativo WhatsApp, moradores de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero se solidarizam com a mãe de Alex, a ponta-poranense Roselaine Areco. “A dor dessa mãe tem que ser a dor de todos os moradores da fronteira”, comentou uma pessoa após a entrevista chocante de Roselaine à rádio paraguaia Futura FM.

“Destroçada”, como ela mesmo se definiu, Roselaine fez um apelo aos assassinos do filho: “devolvam a cabeça do meu filho”.

Segundo o site Porã News, partes do corpo do adolescente estavam tambor encontrado na última quinta feira de manhã em Ponta Porã.

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