O dólar volta a operar em alta nesta quarta-feira (25), mesmo com os mercados globais apostando em medidas de estímulo sem precedentes nos Estados Unidos para aliviar os impactos econômicos da pandemia de coronavírus.

Na cena doméstica, os investidores aguardavam dados sobre inflação e atividade do setor de serviços e monitoram também as reações ao pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, que chamou a doença de “resfriadinho”, contrariou especialistas e pediu o fim do “confinamento em massa”.

Às 9h09, a moeda norte-americana subia 0,15%, vendida a R$ 5,0888. No dia anterior, o dólar fechou em queda de 1,05%, a R$ 5,0814. Na parcial do mês, a moeda acumula alta de 13,40%. No ano, o avanço é de 26,72%

Influências internas e externas

Na madrugada, congressistas e autoridades norte-americanas chegaram a um acordo sobre um pacote de estímulo econômico de US$ 2 trilhões nos Estados Unidos para aliviar o dano econômico a empresas e famílias decorrente da pandemia de coronavírus.

O pacote deverá auxiliar trabalhadores, empresas e o sistema de saúde. O valor equivale a aproximadamente R$ 10,2 trilhões, o que representa um montante maior do que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em valores correntes, que em 2019 totalizou R$ 7,3 trilhões.

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